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9º SEMINÁRIO NACIONAL CINEMA EM PERSPECTIVA

 

 

MESAS- REDONDAS

17/09 – sexta-feira – 14h

MESA 1

Organização: PPGCOM/UFPR

Estudos de cinema e públicos - recepção e espectatorialidade

 

Participantes:

Prof. Dra. Nilda Jacks  (PPGCOM/UFRGS)

Doutora em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo. Tem Pós-doutorado em Comunicação na University of Copenhagen e na Universidad Nacional da Colombia. Professora Titular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Integrante da Rede Obitel Brasil - Observatório Ibero Americano de Ficção Televisiva. Bolsista Produtividade 1B do CNPq.

Profa. Dra. Valquiria Michela John (PPGCOM/DECOM/UFPR)

Professora permanente do Programa de Pós Graduação em Comunicação - PPGCOM e dos cursos de gradução do Decom/UFPR. Doutora em Comunicação e Informação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Integrante da Rede Obitel Brasil - Observatório Ibero Americano de Ficção Televisiva. Atua na Agência Escola de Comunicação Pública e Divulgação Científica da UFPR. Bolsista PQ2 CNPq.

Mediação:

Prof. Dr. Anderson Lopes da Silva (GEliDis/USP/CNPq)

Doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo. Pesquisador do GELiDis (Grupo de Pesquisa Linguagens e Discursos nos Meios de Comunicação), USP/CNPq, e do NEFICS (Núcleo de Estudos em Ficção Seriada e Audiovisualidades), UFPR/CNPq. Integrante da Rede Obitel Brasil - Observatório Ibero Americano de Ficção Televisiva.

 

 

Link para acesso:  ARTESFAP

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17/09 – sexta-feira - 17h

MESA 2 

Organização:  PPG-CINEAV/FAP/UNESPAR

Cinema e História: perspectivas contemporâneas

 

Participantes:

Profa. Dra. Rosane Kaminski (PPGHIS/UFPR)

Expressões do trauma: os curtas-metragens e a violência no Brasil dos anos 1990

Pós-Doutora em Meios e Processos Audiovisuais (USP), Doutora em História (UFPR), Professora Associada do Departamento de História e do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal do Paraná (PPGHIS-UFPR), Professora Colaboradora do Mestrado em Cinema e Artes do Vídeo (CINEAV) da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR). É autora de Poética da angústia: cinema e história em Sylvio Back (Intermeios, 2021) e A formação de um cineasta: Sylvio Back na cena cultural de Curitiba nos anos 1960 (Ed. UFPR, 2018). Organizadora das seguintes coletâneas: Cinema e Pensamento (Intermeios, 2021), Artes & Violências (Intermeios, 2020), Imagem, narrativa e subversão (Intermeios, 2016), Arte e política no Brasil (Perspectiva, 2014) e História e Arte: encontros disciplinares (Intermeios, 2013).


Profa. Dra. Izabel de Fátima Cruz Melo (ANPUH-BA/UNEB)

Uma história do cinema negra no Brasil

Doutora em Meios e Processos Audiovisuais pela ECA/USP. Professora da Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Coordenadora do GT Cultura Visual, Imagens e História da ANPUH-BA.  Autora do livro Cinema é mais que filme: uma história das Jornadas de Cinema da Bahia (1972-1978), além de outras publicações em livros e revistas. Também colabora com festivais, participando de curadorias e júri. Têm interesses de pesquisa vinculados à história e historiografia do cinema, sociabilidades, cineclubismo, festivais de cinema e formação.

Profa. Dra. Carolina Amaral (PPGHS-UEL)

Festivais de cinema e solidariedade internacional

Professora de História da América da Universidade Estadual de Londrina (UEL) e professora/orientadora do PPGHS-UEL. É doutora em História pela Universidade de São Paulo, onde também concluiu um pós-doutorado em Cinema. É autora do livro O cinema latino-americano de Chris Marker, além de artigos e capítulos publicados no Brasil, França, Chile, Argentina, Espanha e Portugal.

Mediação:

Profa. Dra. Cláudia Priori (PPG-CINEAV/FAP/UNESPAR)

Professora Adjunta do Curso de Licenciatura em Artes Visuais, da Universidade Estadual do Paraná, Campus de Curitiba II/FAP. Doutora em História (UFPR/2012). Docente no Programa de Pós-Graduação em Cinema e Artes do Vídeo, da Universidade Estadual do Paraná, Campus de Curitiba II/FAP. Membro do Grupo de Pesquisa Eikos – Imagem e Experiência Estética da Universidade Estadual do Paraná. Líder do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação, Diversidade e Cultura (GEPEDIC/Unespar).

 

Link para acesso:  ARTESFAP

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18/09 – sábado - 14h

MESA 3

Organização: PPG-ARTES/FAP/UNESPAR

Preservação audiovisual na América Latina: México e Argentina

Participantes:

J. Ignacio Rodríguez (FILMOTECA DA UNIVERSIDADE AUTONOMA DO MÉXICO)

Químico do Laboratório de  Revelação de  Película  da Filmoteca da UNAM, é um especialista no processo de revelação em preto e branco.  Trabalha na Filmoteca desde 1985,  onde  entrou pouco  tempo depois da inauguração do Laboratório. Sua função principal é o controle  de qualidade da duplicação de películas do acervo da Filmoteca e de países da  América Latina e Caribe.  A partir de seus estudos desenvolveu várias técnicas de detecção do processo de deterioração de películas e do tratamento de  películas de nitrato.

Alfonso Espinosa Rosas (CINEMATECA NACIONAL DO MÉXICO)

Químico por formação, pela  Universidade Autônoma do México. Trabalha há 8 anos no Laboratório de Restauração Digital da Cinemateca Nacional do México na área de inspeção e restauração de material fílmico. Ministra cursos de capacitação na área de preservação audiovisual  e introdução à  preservação fílmica . É co-organizador do home movie day, o día do filme caseiro na Cinemateca Nacional do México  e na Escola de Conservação e Restauração do Ocidente, em Guadalajara, México.

Laura Gomes (PRESER.AV)

Pesquisadora de Cinema e fundadora do PRESER.AV, comunidade argentina iniciada há cinco anos no Facebook com a ideia de difundir trabalhos e projetos de capacitação de atividades de preservação, conservação e restauração de documentos fotográficos e fílmicos da América Latina. Trabalha com as questões da preservação audiovisual e dos arquivos fílmicos na Argentina.

Mediação:

Prof. Dra. Solange Straube Stecz (PPGCOM-ARTES/FAP/UNESPAR)

Membro do Comitê Nacional do Brasil do Programa Memória do Mundo da UNESCO-MOWBRASIL. Doutora em Educação pela UFSCAR. Mestre em História pela UFPR. Coordenadora  e professora do Programa de Pós Graduação em Artes - PPGARTES Campus Curitiba II/FAP UNESPAR - Universidade Estadual do Paraná. Professora do Curso de Bacharelado em  Cinema e Audiovisual UNESPAR Coordenadora do Laboratório de Cinema e Educação LabEducine/Unespar/Campus II /FAP/Integra o GT -Artes, educação e  cidadania - CLACSO - Conselho Latinoamericano em Ciências Sociais.

 

Link para acesso: ARTESFAP

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18/09 – sábado - 17h 

MESA 4

Organização: CURSO DE CINEMA E AUDIOVISUAL/FAP/UNESPAR

Cinema Indígena no Brasil: um panorama contemporâneo

 

Cineastas participantes:

Sueli Maxakali e Isael Maxakali

É um casal de realizadores que já produziu uma série de longas-metragens, a maioria em parcerias com realizadores não-indígenas, que resultaram em diferentes experimentos com a linguagem e o fazer cinematográficos. Com Renata Otto Diniz, lançaram Quando os yãmiy vêm dançar conosco (2011), resultado da primeira oficina de audiovisual realizada na Aldeia Verde. Em 2015, Isael lança Kakxop pit hãmkoxuk xop te yũmũgãhã: a iniciação dos filhos dos espíritos da terra (2015), outro longa-metragem sobre o Tatakox, ritual de iniciação dos meninos, filme que revisita as memórias dos Tikmũ’ũn sobre o período da ditadura militar e as experiências da Guarda Rural Indígena e do Reformatório Krenak. No mesmo ano, Isael lançou ainda sua primeira animação, Konãgxeka: o dilúvio maxakali (2016), um curta que trata de uma das narrativas míticas Tikmũ’ũn sobre o fim do mundo, em mais uma parceria com Charles Bicalho e a Pajé Filmes. Em 2019, lançaram o elogiado Yãmiyhex: as mulheres-espírito, premiado na 23ª Mostra de Cinema de Tiradentes. Seu último filme, Nũhũ yãg mũ yõg hãm: essa terra é nossa!, é fruto de uma parceria com Carolina Canguçu e Roberto Romero, no qual revisitam as moradas de seus ancestrais, nos arredores da terra atualmente demarcada. Foi premiado na 24ª Mostra de Cinema de Tiradentes e recebeu o prêmio de Melhor Documentário Internacional no 28º Sheffield DocFest, na Inglaterra.

 

Kamikia Kisêdje

Pertencente ao povo Kisedje, da TI Wawi, estado do Mato Grosso, Brasil, é formado pelo projeto Vídeo nas Aldeias, escola de cinema para os povos indígenas do Brasil. Desde o ano 2000 acompanha e registra em áudio e vídeo as lutas dos povos indígenas do TIX- Território Indígena Do Xingu. Começou a fotografar em 2005, mas foi em 2007 que mergulhou definitivamente na área, sendo fotógrafo, cineasta e oficineiro, o que o fez viajar por vários países e pelo Brasil. Atualmente é um dos cineastas e fotógrafos mais atuantes no movimento indígena. Construiu um caminho muito particular como repórter indígena, uma espécie de cine jornalista que registra eventos como reuniões, festas e outras manifestações culturais e políticas indígenas. Com um canal no YouTube, acompanha o movimento indígena nacional, as manifestações políticas e também as questões que envolvem seu povo. Por sua ampla atuação no movimento indígena e um trabalho consistente sobre a temática das mudanças climáticas, tornou-se uma referência importante para diversos povos e cineastas em formação, e é um agente multiplicador, dando oficinas de formação audiovisual em todo o país. Seu trabalho como fotógrafo, cinegrafista e editor tem levado Kamikia a diversas regiões do Brasil e do mundo, acompanhando o movimento indígena e lideranças importantes dentro da política indigenista.

 

Coletivo Audiovisual Munduruku

O Coletivo Audiovisual Munduruku, formado por jovens indígenas do Médio Tapajós, tem buscado meios para contar suas próprias histórias desde que tomaram consciência do poder do audiovisual para afirmar a resistência do povo Munduruku e para denunciar as ameaças à seu modo de vida na bacia do Rio Tapajós. Diversas oficinas de audiovisual foram oferecidas por parceiros do movimento indígena no intuito de reafirmar a autonomia do Coletivo Audiovisual Munduruku. Em 2014, os Munduruku deram início a um ato inédito de regularização do território, a autodemarcação de Sawré Muybu, que se tornou um ícone da autonomia e resistência Munduruku em defesa do território. A necessidade de fazer os próprios vídeos surgiu, segundo as jovens Munduruku, nesse processo de autodemarcação. As jovens mulheres do Médio Tapajós sentiram a necessidade de registrar a autodemarcação sem depender da presença de jornalistas no local e realizaram o filme “Autodemaracação Daje Kapap Eypi”.

Graciela Guarani

Pertencente à nação Guarani Kaiowá, é produtora cultural, comunicadora, cineasta, curadora de cinema e formadora em audiovisual. Uma das mulheres indígenas pioneiras em produções originais audiovisuais no cenário brasileiro, tem um currículo que inclui trabalho como facilitadora do curso “Mulheres indígenas e novas mídias sociais – da invisibilidade ao acesso aos direitos”, pela ONU Mulheres Brasil e Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul (MS), 2019; facilitadora na oficina de cinema “Ocupar a Tela: Mulheres, Terra e Movimento”, pelo Instituto Moreira Salles (IMS) e Museu do Índio (RJ), 2019; e convidada como debatedora da mesa redonda internacional “Mulheres na Mídia e no Cinema”, na 70ª Berlinale – Berlin International Film Festival 2020.

 

Mediação:

Profa. Dra. Camila Dutervil Moliterno Franco (FAP/UNESPAR)

Documentarista, antropóloga e professora no curso de Cinema  da Universidade Estadual do Paraná. Estudou realização e roteiro na Escola Internacional de Cine e TV em Cuba e seguiu seu percurso de estudos na Europa, participando de laboratórios de montagem e fotografia nos Ateliers Varan e no Centro  Sperimentale de Cinematografia. Seus curtas-metragens tem sido exibidos e premiados em festivais nacionais e internacionais como Festival du Film Latino Americain de Bruxelles, Festival Todas las voces contra el Silencio México-DF, Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, entre outros. Atuou como colaboradora do Laboratório de Antropologia Visual e Arqueologia da Imagem da UFOPA, onde ofereceu oficinas de formação audiovisual para estudantes indígenas. Atualmente Camila Dutervil desenvolve um roteiro de longa metragem selecionado para o Torino Film Lab  Documentary.

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